14/04/09

"Universidade Cidadã" apresenta lista ao Senado

O Movimento Universidade Cidadã decidiu apresentar uma candidatura aos lugares de professores e investigadores a eleger para o novo Senado Académico.
A lista, que terá como primeiro subscritor o Prof. Moisés de Lemos Martins, tem a seguinte composição:
  • Moisés de Lemos Martins (ICS)
  • Luís Soares Barbosa (EENG)
  • Aldina Marques (ILCH)
  • Armando Almeida (ECS)
  • Carlos Páscoa Machado (EEG)
  • Ana Cunha (EC)
  • Mandatário: Miguel Bandeira (ICS

05/04/09

Membros externos - prossegue processo de cooptação

O Conselho Geral da Universidade do Minho volta a reunir esta segunda-feira, tendo como ponto central da sua agenda a análise, discussão e deliberação sobre cooptação dos seis membros externos do órgão.
A reunião decorrerá desta vez no Museu Nogueira da Silva e dá seguimento aos debates realizados nas duas reuniões anteriores. No mais recente encontro, os conselheiros deliberaram acrescentar um ponto na metodologia de cooptação, a qual passou a ter a seguinte redacção:
"Em caso de impedimento definitivo ou de renuncia de um dos elementos externos (...) a substituição será assegurada pela personalidade subsequente na ordenação estabelecida no âmbito de cada perfil".

02/04/09

Lançado processo de eleição para o novo Senado Académico

Está já em curso o processo tendente à eleição, no próximo dia 30, de parte dos membros do futuro Senado Académico, um órgão consultivo instituído nos Estatuos da Universidade do Minho.

(Clicar na imagem para ampliar)

Segundo os Estatutos, o Senado Académico é o" órgão consultivo que assegura a coesão da Universidade na prossecução da sua missão, cumprindo funções de coordenação, prospectiva e planeamento em matérias pedagógicas e científicas que ultrapassem o âmbito das unidades orgânicas", funcionando em plenário e em comissões especializadas (a comissão científica, a comissão pedagógica e a comissão de planeamento).

29/03/09

Como vamos de processo de Bolonha?

Sugestão de leitura, no "Diário de Notícias":

Universidades falham processo de Bolonha

Processo de Bolonha tem de ir além dos números
Portugal está a falhar a reforma do ensino superior imposto pelo chamado Processo de Bolonha. O alarmante alerta é feito por vários professores universitários ouvidos nesta edição pelo DN. A confirmar-se o cenário que descrevem, será uma oportunidade perdida. Mais do que isso, será um falhanço prolongado no tempo, pois terá profundas consequências naquilo que o País poderá ser no futuro.

E na Universidade do Minho? Não será tempo de começar a fazer um balanço?

26/03/09

Atitudes

Alguns colegas da ex-lista B parecem andar preocupados com a “Universidade Cidadã”. Pela nossa parte, agradecemos essa atenção e registamos o cuidado da lista em dar guarida a provocações anónimas. Esperemos que não se torne num estilo e num caminho.
Mas conviria que esses colegas não se esquecessem do que publicaram em 22 de Fevereiro último, no contexto da campanha. Recordamo-lo aqui, para o caso de já não se lembrarem:
ELEMENTOS EXTERNOS – Como a primeira tarefa dos eleitos no dia 2 de Março de 2009 para o Conselho Geral é cooptar os elementos externos que deverão completar o órgão, então auscultaremos os eleitores sobre o perfil dos elementos externos que vamos escolher. Justificação – Os elementos externos são muito importantes, pois são 6 dos 23 membros do Conselho Geral. Sabemos que temos de lidar com muito cuidado nesta matéria. Por isso, para não “queimar” nomes, perguntaremos apenas quem gostaria de ver no CG como membro externo. Não perguntaremos quem não gostaria de ver. Poderão surgir boas sugestões e devemos tê-las em conta.
Em vez de se preocuparem com o que outros fazem ou deixam de fazer, conviria que explicassem como estão a (ou vão) recolher os nomes dos elementos externos, e como os vão ordenar, cumprindo aquilo a que se comprometeram.

25/03/09

Sobre o perfil dos membros externos a cooptar

Na reunião de hoje do Conselho Geral, os membros do movimento "Universidade Cidadã" ditribuiram um texto, que retoma o que constava no ideário de candidatura, e que defende os seguintes pontos:
A importância de se conseguir garantir a efectiva participação de personalidades externas no governo da Universidade, dessa forma abrindo a instituição à Sociedade e beneficiando das contribuições que tais membros certamente nos podem dar, é porém correlativa das dificuldades inerentes a esse processo, como recentemente se tem podido observar.
É indispensável garantir o compromisso das personalidades a cooptar com a missão e os objectivos da Universidade Pública em geral, e da Universidade do Minho em particular, mas também, necessariamente, a disponibilidade para se envolverem na vida da instituição e para participarem nas sessões do Conselho Geral. De contrário, os convites serão aceites mais na base do eventual prestígio resultante, seja para a Universidade, seja para algumas das personalidades, do que nas contribuições exigíveis a cada uma, dessa forma desprestigiando o órgão e menorizando a função. Recorde-se que uma das referidas personalidades virá, necessariamente, a ser eleita para o cargo de presidente do Conselho.
Defendemos um processo de selecção capaz de garantir a diversidade e complementaridade dos perfis e das áreas em que cada personalidade intervém, ou de certo modo pode representar, assegurando um certo equilíbrio, por exemplo, entre o mundo da economia e das empresas e o mundo do trabalho, entre as actividades mais imediatamente referenciadas às ciências e às tecnologias e aquelas mais associáveis às artes, humanidades e ciências sociais, entre outras. Tal como entre distintas inscrições e âmbitos de actuação das personalidades, seja nos planos regional, nacional ou até mesmo internacional, desde que esteja assegurada a inexistência de conflitos de interesses face a outras instituições, públicas ou privadas, de ensino e formação, de investigação, produção e difusão de conhecimento, de cultura e de desenvolvimento.
A independência de acção e a identificação com a missão, os objectivos, os princípios orientadores e o modelo de governação da Universidade são quesitos que não podem deixar de ser observados na cooptação e na participação das personalidades externas.

A primeira reunião do Conselho Geral

O processo de cooptação dos membros externos do Conselho Geral constituiu o ponto central da primeira reunião deste órgão, que hoje teve lugar, no Largo do Paço.

A metodologia de cooptação adoptada pelo Conselho assenta em quatro etapas:

a) definição prévia dos perfis pretendidos;

b) elaboração de uma lista de nomes potenciais, desejavelmente consensualizada pelos membros do Conselho Geral, e correspondendo aos perfis subscritos por um terço dos membros;

c) escolha, por votação, dos nomes integrantes de cada perfil, sendo que deverão ser escolhidas, no mínimo, três personalidades para cada um deles e ordenadas, por ordem de prioridade, de acordo com o número de votos recolhidos;

d) convite aos nomes mais votados no interior de cada perfil; verificada a não aceitação por parte de alguma das personalidade convidadas, o nome a convidar subsequentemente será aquele que se lhe segue na lista de prioridades no interior de cada perfil.

Na cooptação dos membros externos, seguir-se-á um conjunto de critérios assente em perfis variados, em temos de formação, percurso profissional e área de intervenção social. Entendeu-se, igualmente, que "será fundamental que os membros externos sejam personalidades de reconhecido mérito, e referências na respectiva área de actividade", devendo, igualmente, "ser capazes de entender os desafios da Universidade, sendo indispensável assegurar que tenham disponibilidade para uma efectiva participação no Conselho Geral, bem como que não existam "conflitos de interesses no cumprimento da missão e objectivos da Universidade".

Esta matéria continuará a ser apreciada na segunda reunião, marcada para o próximo dia 30.

Ficou agendada nova reunião para o dia 30 de Março, às 10h.

16/03/09

Tomada de posse dos membros eleitos do CG


Tomaram hoje posse os membros eleitos do Conselho Geral da Universidade do Minho (três representantes dos docentes não puderam estar presentes por motivos profissionais inadiáveis).
O acto, breve mas relativamente concorrido, foi presidido pelo Reitor que, na alocução final, disse, simbolicamente que a UM abria "um novo livro" com este acto de investidura. Pelos eleitos interveio o catedrático mais antigo, na circunstância o Professor Licínio Lima.
No período que medeia entre esta tomada de posse e a tomada de posse dos elementos externos, dos quais sairá o presidente deste órgão, a convocação e coordenação das reuniões caberá à Prof. Margarida Proença, na qualidade de "membro mais antigo, de categoria mais elevada, do corpo de professores e investigadores" (artº 21º do Regulamento Eleitoral).  
Até 5 de Maio, o CG geral deverá estar completo e em condições de normal funcionamento. 

"A industrialização da aprendizagem"

Da coluna quinzenal de Luís António Santos, docente da Universidade do Minho, no diário Página 1, da Rádio Renascença, trascreve-se, do texto "A industrialização da aprendizagem":

" [...) o atabalhoado frenesim para tornar as universidades portuguesas casos exemplares de adopção da agenda de normalização de Bolonha (com argumentos “sólidos” já comuns noutros “debates sérios” em Portugal como é o caso do “ou fazem isto ou é o caos”) mostra-nos a que distância estamos ainda de uma governação séria e competente. Num processo que nos foi apresentado como uma revolução (e que quase toda a gente no sistema preferiria chamar “uma grande oportunidade perdida”) os alunos são, apesar da retórica, os grandes perdedores. Navegam agora de modo mais livre, é certo, mas em águas que, a maioria, desconhece. São encorajados a fazer o seu próprio percurso e até lhes dão para a mão bússolas, sextantes, GPS’s, lanternas, remos e canivetes suíços – mas tanto o imenso azul como as ferramentas são novidade para grande parte deles. Os bons – com este como com qualquer outro sistema – vão sempre bolinar sem problemas. Os outros, muitos, vão cansar-se de remar para sítio nenhum. E a ironia (triste, é certo) de tudo isto é que o edifício teórico que trouxe sustentação a propostas como Bolonha está – todos o percebemos – em absoluta erosão. [...]".

Texto completo: AQUI

11/03/09

Dia 16 toma posse o Conselho Geral

Os membros eleitos do Conselho Geral da Universidade do Minho acabam de ser convocados pelo reitor para o acto de tomada de posse. 
A cerimónia terá lugar na próxima segunda-feira, dia 16, às 17,30 horas, no Salão Nobre da Universidade, no Largo do Paço.